segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Suco rosa com abacaxi e hibisco

Suco rosa com beterraba, abacaxi, hibisco e aipo


Estou adorando misturar sabores em sucos e smoothies. Além de nutritivos podem ser saborosos e muito refrescantes!

Essa combinação ficou com uma cor linda e sabor exótico, servi em uma evento com cardápio funcional e fez sucesso.


Ingredientes

1 colher de chá de hisbisco
1 litro de água
1 abacaxi pequeno (ou 1/2 do grande) - higienizado com casca - cortado em cubos
Talos de 1/4 de um aipo - higienizado cortados em 3 partes
1 beterraba grande - sem casca em cubos

Como fazer

Ferva a água, desligue o fogo e coloque o hibisco. Tampe e deixe em infusão por 10 minutos. Deixe esfriar um pouco. Coe.

Usando um liquidificador vá processando o abacaxi, o aipo e beterraba com a infusão de hibisco, adicione mais água se necessário.

Misture tudo e coe.

Prove e dilua com mais água se achar necessário.

Adoce a gosto e sirva bem gelado.


Suco rosa com beterraba, abacaxi, hibisco e aipo

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Receitas de farofa — 18 opções da clássica à diferente

10 receitas de farofas


Já falei mil vezes aqui no blog que sou a fã número 1 de farofa! Então nada mais justo do que reunir em uma só postagem as receitas de farofas já publicadas aqui, das mais simples às mais diferentes. Assim você escolhe com mais facilidade. Porque afinal amamos mandioca!

Com as festas de fim de ano elas com certeza vão estar em sua mesa! Seja para acompanhar um assado, o churrasco ou um simples arroz com feijão.


Farofas clássicas



Farofa simples de alho - é simples mas é cheia de sabor

Farofa de alho com azeite de dendê - acompanha bem peixes, frutos do mar e comidas típicas baianas

Farofa de ovos com cebola dourada - farofa de ovos é a que mais faço em casa, essa tem a adição de cebolas douradas

Farofa de ovos com páprica - a páprica dá uma cor avermelhada e um sabor bem bacana à vários tipos de farofas. Experimente e me conte!

Farofa com ovos cozidos, linguiça e azeitonas - mais maneira de usar o ovo na farofa, agora muito bem acompanhado de linguiça e azeitonas.

Farofa de banana e linguiça - o adocicado da banana contrasta muito bem com a linguiça.


Farofas natalinas e festivas



Farofa de Natal - clássica para as festas de fim de ano, feita com bacon, frutas secas e castanhas

Farofa natalina com tender, passas e manjericão - essa farofa festiva ficou super saborosa e diferente.

Farofa de bacon e ameixa - mais uma combinação clássica, perfeita para acompanhar carnes de porco

Farofa com linguiça. passas e amendoim - essa farofa de festa mais econômica ficou bem boa!


Farofas exóticas



Farofa com queijo parmesão crocante e ervas - diferente e viciante

Farofa com pinhão, bacon e sálvia - mais uma farofa exótica e saborosa

Farofa de alho com páprica feita com azeite - mais uma opção de farofa de alho, agora mais incrementada


Farofas nutritivas



Farofa de cenoura com castanha de caju - nesta postagem tem ainda duas receitas deliciosas!

Farofa de beterraba e quinoa - farofa colorida com uma pegada mais saudável

Farofa de alho e amêndoas - feita com o que sobra da produção de leite de amêndoas, feita sem farinha de mandioca

Farofa de alho com grãos - farofa deliciosamente nutritiva e crocante




terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Rabanadas de doce de leite - rabanada "churros"

Rabanada de doce de leite


Essa é a quinta vez na vida que faço rabanada, não tenho o costume de fazer porque não curto muito. Aprendi há alguns anos atrás que gosto de rabanada quando está recém feita, ainda quentinha e com a borda crocante. Depois que esfria não desce.

A receita de hoje leva doce de leite no creme para molhar, mas o sabor não fica muito característico, por isso passei mais doce de leite por cima, antes de passar o açúcar e canela. Ficaram divinas. Não, elas não ficaram enjoativas, pelo contrário, achei o sabor bem equilibrado.

Aprendi com uma leitora do blog a passar a rabanada nos ovos batidos por último e assim fiz para testar. Veja abaixo a receita.


Ingredientes

1 pão para rabanada
1 e 1/3 de xícara de leite integral
2/3 de xícara de doce de leite
1 colher de chá de extrato de baunilha
4 ovos grandes
2 colheres de sopa de açúcar
1/2 xícara de doce de leite (ou a gosto) - para passar
1/3 de xícara de açúcar misturado com 2 colheres de chá de canela - para polvilhar
Óleo para fritar (ou manteiga para untar uma forma e assar)


Rabanada de doce de leite


Como fazer a rabanada

Corte o pão em fatias com aproximadamente um dedo de espessura e reserve.

Misture o leite com o doce de leite e a baunilha até que o doce de leite se dissolva formando um creme uniforme. Bata no liquidificador se necessário.

Bata os ovos inteiros em uma batedeira até que fiquem bem fofos e de cor mais clara. Adicione as duas colheres de açúcar e bata por mais 30 segundos.

Aqueça uma frigideira ou panela baixa com um dedo de óleo.

Mergulhe rapidamente cada fatia de pão na mistura de leite e doce de leite deixando molhar uniformemente os dois lados do pão. Mergulhe a fatia de pão molhado nos ovos batidos e bata na borda da tigela para retirar o excesso. Leve imediatamente para o óleo.

Frita as rabanadas no óleo em fogo médio até que fiquem douradas por baixo, vire e continue fritando até dourar o outro lado. Retire com uma escumadeira e coloque sobre papel toalha.

Passe doce de leite por cima de cada rabanada, passe as rabanadas na mistura de açúcar e canela.

Sirva quente, fria ou gelada. Como quiser.


Dicas / Substituições

Use pão francês dormido (ou até mesmo pão de forma) se não conseguir pão de rabanada.

Se preferir asse no forno ao invés de fritar. Ficam bem mais saudáveis. Mas não testei com essa receita, ok? Se fizer me conte, vou adorar saber.

No dia seguinte no café da manhã coloquei no forno bem alto para aquecer, com o doce de leite por cima e tudo. Ficou ótima!! Agora já sei, dá para reciclar a rabanada e assim me animar a fazer mais vezes.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Arroz de festa simples - com parmesão, salsa e batata palha

Arros festivo


Essa é uma receita de arroz festivo bem simples de fazer e com um ótimo resultado. Adoro arroz branco, mas em dias de festa vale para incrementar nosso branquinho de todo dia, não é mesmo?

Essa receita é feita com arroz branco já pronto, se não sabe fazer veja essa receita fácil de arroz de panela de pressão AQUI.


Ingredientes

3 xícaras de arroz branco já pronto e quente
1 xícara de queijo parmesão
1/3 de xícara de salsa fresca picadinha
1 xícara de batata palha pronta

Como fazer

Misture o arroz ainda bem quente com o queijo, a salsa e a batata palha. Sirva em seguida.


Dicas / Substituições

Quem quiser pode incrementar o arroz ainda mais com milho, ervilha, cenoura, ou o que quiser, até as mal faladas passas.

Misture a batata palha somente antes de servir para que não fiquem murchas.

Quanto melhor a qualidade do parmesão melhora vai ficar seu arroz, se possível use um queijo ralado em casa. Mas pode ser um provolone ou grana pandano, se preferir.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Farofa com linguiça, amendoim e passas

Farofa de linguiça, amendoim e passas


Mais uma receita de farofa aqui no blog, porque afinal farofa é vida! E como a farinha de mandioca é neutra, e aceita todo tipo de sabor, as receitas novas não vão acabar nunca.

A combinação de hoje foi pensada nas festas, e como as castanhas estão muito caras, usei o amendoim para dar um toque diferente e crocante. Aprovada.


Ingredientes

1/4 de xícara de azeite (ou manteiga)
1/2 cebola roxa picadinha (ou cebola comum)
1/2 linguiça calabresa picadinha
2 colheres de sopa de passas sem sementes
1 xícara de farinha de mandioca
1 colher de chá de sal ou a gosto
2 colheres de sopa de amendoim sem pele - torrado e picado
2 colheres de sopa de amendoim sem pele - torrado e inteiro ou em metade
Raspas da casca de 1/2 limão

Como fazer

Refogue a cebola e a linguiça no azeite até que a cebola murche e fique transparente.

Junte as passas e refogue mais até que as passas fiquem inchadas e a cebola douradinha.

Junte a farinha, o amendoim picado e inteiro e o sal. Junte as raspas de limão.

Misture bem e deixe tostar por 2 ou 3 minutos mexendo sempre para não queimar no fundo da panela.


Dicas / Substituições

É claro que você pode omitir as passas ou substitui-las por damasco.
O amendoim pode ser trocado por qualquer tipo de nozes.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Farofa de beterraba e quinoa

Farofa de beterraba com pipoca de quinoa


Essa receita de farofa saiu sem querer, tinha algumas beterrabas encalhadas e resolvi testar. Aqui em casa fizeram cara feita para ela e não quiseram nem provar, apesar da de sua indiscutível beleza!

Caprichei no alho e adorei o sabor, a textura não me agrada tanto porque ficou mais molhadinha, um pouco grudada. Na textura se parece com uma farofa de cenoura. A quinoa deu um toque bacana e crocante.

Na receita que fiz usei 1 xícara de beterraba, mas abaixo estou passando a receita com 2/3 de xícara, assim a farofa não fica tão úmida.


Ingredientes

3 dentes de alho amassados
100 ml de azeite
2/3 de xícara de beterraba ralada no ralo grosso
1 xícara de farinha de mandioca branca e crua (a farinha amarela vai resultar em uma cor diferente)
1 colher de chá de sal (ou a gosto)
2 colheres de sopa de pipoca de quinoa (veja como fazer AQUI)

Como fazer

Doure o alho no azeite.

Junte a beterraba e refogue até que fique macia, soltando um caldo vermelho.

Junte a farinha e o sal. Misture bem e deixe tostar a gosto.

Sirva misturada com a pipoca de quinoa. Ou salpique a quinoa por cima.


Dicas / Substituições

Use cebola no lugar do alho, ou cenoura no lugar da beterraba.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Farofa nutritiva de alho - com grãos

Farofa de alho com sementes


Essa farofinha simples bem temperada com alho fica gostosa e crocante. Incluí várias sementes para deixá-la mais nutritiva, mas é tão gostosa que você nem vai perceber.


Ingredientes

2 colheres de sopa de óleo de coco
3 dentes de alho amassados
1/4 de xícara de sementes de girassol sem casca cru
1 colher de sopa de gergelim cru
1 colher de sopa de linhaça
1/2 xícara de farinha de mandioca crua
1 colher de sopa de pipoca de quinoa
Sal a gosto

Como fazer

Em uma frigideira refogue o alho no óleo de coco por uns 2 minutos mas sem deixar dourar.

Adicione o girassol, o gergelim e a linhaça. Refoge e deixe dourar.

Junte a farinha de mandioca, tempere com sal e deixe tostar a gosto. Apague o fogo e junte a quinoa.


Dicas / Substituições

O óleo de coco pode ser substituído por azeite.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Como fazer pipoca de quinoa em casa

Pipoca de quinoa


Achei muito interessante quando ouvi falar na pipoca de quinoa, mas não se deixe enganar, essa pipoca não é para comer pura como petisco! Ela é somente uma maneira de deixar a quinoa comestível sem precisar cozinhar.

Alguém já tentou comer quinoa crua? É dura e sem graça. Em forma de pipoca ela fica saborosa e crocante pode ser usada em saladas, barras de cereais, granolas, sobre legumes, massa e arroz, em sobremesas e onde mais quiser.

A quinoa é rica em proteínas, não contém glúten e deixará seu prato mais rico com fibras e vitaminas.


Como fazer a pipoca de quinoa então?


Muito fácil, basta colocar a quinoa em uma panela seca, sem óleo nem gordura, tampar e deixar tostar  sobre fogo médio, mexendo sempre.

Alguns grãos vou estourar como pipoca mesmo, por isso o nome. A quinoa vai ficar esbranquiçada nas partes pipocadas e dourada em outras.


Pipoca de quinoa


Dicas para fazer pipoca de quinoa


É mais fácil fazer pouco de cada vez, use uma quantidade que forre o fundo de uma panela com uma camada fina. Mexa sempre sacudindo a panela.

Cuidado para não queimar, quando ela começa a exalar uma fumaça está pronta, observe também a cor e retire da panela logo para que não continue tostando.

Ela não pipoca tanto como o milho e nem todos os grãos vou estourar.

Se quiser junte uma pitada de sal quando ela estiver pronta e ainda quente e misture.

Deixe esfriar e armazene em pote bem fechado.

Abra a panela com cuidado para que ela não pule em você!


Pipoca de Quinoa - como e onde usar


A pipoca se usa de maneira simples, por cima do prato que desejar. Vejas minhas sugestões:

Sobre uma salada verde simples temperada com vinagrete

Em cima de uma fatia de mamão com mel

Por cima do seu arroz do dia a dia

Com salada de frutas e iogurte (no lugar da granola)

Sobre uma sopa creme de legumes ou de batata





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Caminhos de Pedra - viagem pela Serra Gaúcha

Caminhos de Pedra - restaurante Nona Ludia


Os Caminhos de Pedra foi um dos passeios que mais gostei na minha viagem ao Rio Grande do Sul. Ele reúne em um só lugar turismo rural com gastronomia e cultura, melhor combinação impossível! Fiquei fascinada. E é tudo pertinho, dá para visitar em um só dia ou até mesmo em uma manhã ou tarde. Os Caminhos de Pedra é um roteiro com lojas, restaurantes, vinículas, etc que visa preservar o legado italiano da região, então você passeia, come e ainda aprende.

Segundo o site oficial do roteiro Caminhos de Pedra ele conta hoje com 15 pontos de visitação e muitos outros de observação. Não tivemos tempo de visitar tudo, por isso nos concentramos no que era de comer e conto aqui um pouquinho para vocês. Não pense que por ser turismo rural você vai dirigir em uma estrada de terra esburacada! Pelo contrário, a maioria das atrações fica em uma só estrada, a Linha Palmeiro, que é asfaltada e bem sinalizada, fica perto da cidade de Bento Gonçalves e é fácil de achar.

Visite o site acima, veja os horários das atrações e peça um mapa no centro de visitantes em Bento. Planeje antes de ir para não encontrar sua atração favorita fechada.

A foto aí de cima é do restaurante Nona Ludia, de comida típica colonial italiana, que tem uma ótima avaliação. Não almoçamos nele, porque além de estar fechado no dia, viajamos com orçamento apertado. Mas vale parar e observar de perto a casa de pedra construída em 1880.

Não perca a árvore de tronco gigante que fica ao lado da casa. A Maria Mole serviu de abrigo para uma família de imigrantes enquanto a casa deles era construída. Loucura! É claro que não tirei foto da árvore porque até então não sabia disso! Só fui descobrir quando cheguei na Casa do Tomate e tivemos uma apresentação da história da região.

A simpática dona da Casa do Tomate nos recebe contando uma breve história das casas de pedra e dos imigrantes italianos. Imperdível para se situar no tempo e espaço e ainda tirar melhor proveito do passeio. Também não tirei foto da casa do tomate, acho que eu estava muito distraída pela beleza do passeio e esqueci. Foi mal gente!

A Casa do Tomate é uma construção moderna que está a poucos metros da estrada, a empresa fabrica e vende produtos à base do fruto, são geleias, chutneys, molhos variados, etc. O local também fabrica refrigerantes naturais que eram comuns na época, a gasosa. Na loja você pode provar toda a linha de produtos e ainda comprar cosméticos feitos com tomate e outros itens.

Achei estranho o sabor da bebida, mas vale provar. O molho de tomate é saboroso, veio na mala e já fez companhia para o macarrão faz tempo.

Pela visita e explicações você contribui com R$ 5,00. Achei justíssimo.


Caminhos de Pedra - vinícula Salvati e Sirena


Outro lugar bacana é a vinícula Salvati e Sirena, fotos acima e abaixo, a visita é gratuita e há degustação de vinhos, se quiser.

A casa tem construção em formato diferente, é octagonal e lá dentro tem uma mesa enorme no mesmo formato. O espaço está disponível para eventos e almoços para grupos grandes. A vinícula vende vinhos, claro! E também suco de uva e outros produtos da região. Uns amigos foram lá anos atrás e foram recebidos pleo dono que foi muito gentil e acolhedor conduzindo ele mesmo a degustação de vinhos. Nós não tivemos a mesma sorte, a pessoa que nos atendeu foi a menos amigável do roteiro e não nos deu atenção. De qualquer forma vale a visita, o espaço é bacana e está sendo ampliado.


Caminhos de Pedra - vinícula Salvati e Sirena


A Casa da Tecelagem, também sem foto, não tem comida, mas é um espaço bacana! É uma fábrica artesanal de tecidos, como mantas, tapetes e blusas. Não são baratos mas havia peças lindas, gamei nos echarpes. Pena que moro em uma cidade calorenta! No porão da mesma construção há o Porão de Pedra, que vende semi joias e objetos decorativos em pedras preciosas. Visitei tudo rapidamente, só tinha parte de um dia para desfrutar do passeio.

Também fomos à Salumeria Caminhos de Pedra, que vende salames, embutidos e queijos. Fiquei desapontada porque os salames não são produzidos no lugar e eu esperava ver a produção. Coisa de gente da gastronomia que não quer só comer, quer ver fazer! Mas eles oferecem degustação de todos os produtos, que são maravilhosos. Dá para fazer um lanchinho que só não é grátis porque é impossível sair de lá sem comprar nada.

Já mostrei a tábua de embutidos nessa postagem AQUI sobre as comidas de Bento Gonçalves.

A foto abaixo é da Casa de Massas e Artesanato. O local vende produtos típicos e artesanato, como o nome diz, Fabricam massas caseiras, mas não consegui comprar o tortéi que marido tanto amou! No segundo andar há ainda um pequeno museu com objetos antigos. A visita é grátis.




A Casa da Ovelha, agora também chamada de Parque da Ovelha, tem atrações de vários tipos. A degustação de queijos e doce de leite de ovelha é feita no segundo piso em uma sala especial de onde dá para ver parte da produção através de um vidro.

Há uma loja grande e bonita, que vende os queijos, doces, iogurtes e lembranças com o tema ovelha, há canecas, bichinhos de pelúcia, camisetas, cosméticos, etc. É tudo muito fofo e de bom gosto, mas os precinhos não são nada animadores. As lembranças vieram somente na minha memória.

Os queijos são ótimos e você pode comprar na loja online.


Casa da Ovelha


Tivemos que voltar na Casa da Ovelha uma segunda vez porque marido fez questão de assistir ao espetáculo de pastoreio feito com o cachorrinho Bill aí de baixo. Realmente valeu à pena. O bicho é inteligente demais e bem treinado, parece mágica, as ovelhinhas vão para lá e para cá guiadas por ele.

O espaço tem ainda atrações de amamentação de filhotes, ordenha, tosquia, etc. Pagamos R$ 25 por pessoa com direito a todas as atrações em um dia inteiro mas só fizemos duas, o pastoreio e parte da degustação. Saímos correndo para ir almoçar na Osteria Della Colombina, tínhamos reserva.

É útil entrar em contato antes para saber dos horários das atrações, algumas são sazonais e todas tem horário fixo, chegue um pouco mais cedo. Vale também tentar evitar o lugar se houver ônibus de excurção parados na porta. Quase perdemos o horário da atração por causa da quantidade de gente na fila para pagar.


Casa da Ovelha - Bill


A Casa da Erva Mate com sua roda d'água é uma construção linda! E a visita, sempre guiada, é o máximo. Nossa guia explica como é o processo de produção da erva mate, por lá ainda feita em pilões antigos.


Caminhos de Pedra - Casa do Mate


A paisagem ao redor da casa é belíssima é vale reservar um tempo para admirar e tirar fotos.


Caminhos de Pedra - Casa do Mate


Abaixo está a árvore da erva-mate, é a mesma planta que fornece o mate para o chimarrão e o mate para o carioca tomar gelado. A diferença é que o mate usa a erva tostada e no chimarrão a erva é desidratada somente.


Caminhos de Pedra - Casa da Erva Mate


A foto abaixo é do antigo forno à carvão ainda usado para desidratas a erva-mate.


Caminhos de Pedra - Casa do Mate


Depois de seca a erva vem para esses pilões gigantes, chamados de soque, que socam o produto. Esse é elétrico e é o mais "moderno" da casa e ainda é usado hoje em dia para a fabricação. A Casa do Mate está em atividade.


Caminhos de Pedra - Casa do Mate


O pilão abaixo é o mais antigo e original da casa, funciona com a força da roda d' água que você vê do lado de fora da casa nas fotos. Ela ainda funciona mas só é usado para demosntração nas visitas.


Casa da Erva Mate


Depois de pilado a erva-mate mate passa por um peneira para a retirada de galhos e já pode ser usada.


Caminhos de Pedra - Casa do Mate


Em frente à Casa do Mate há uma loja onde a família explica como preparar o chimarrão e você é convidado a provar. A erva-mate fabricada ali é vendida na loja junto com vários outros produtos feitos com a erva como sorvete, bombons e outros exóticos. Não curto chimarrão gente, nem com chocolate deu certo para mim. Mas a visita é imperdível!


Caminhos de Pedra - restaurante Casa Angelo


Acima é a linda casa do restaurante Casa Angelo. Também não almocei ali, mas a casa de 1889 é muito fotogênica e as refeições são em sistema de rodízio de comida típica italiana. Babei mas não entrei. Na próxima vez vou ter muito lugares para conhecer ainda.


Caminhos de Pedra - Casa de Cucas


Outra coisa que não comi e que me deixou babando foi a cuca da Casa das Cucas Vitiaceri, outra atração local. Estava ainda com uma cuca no hotel que me acompanhava desde Gramado e achei por bem não comprar outra para não desperdiçar. O local não oferece provas (uma lástima!) e também não vende cucas de tamanho pequeno (uma lástima maior ainda).

Diante da minha cara de decepção por não poder provar as cucas, o atendente muito solícito ofereceu uma degustação dos sucos de uva da casa. Amamos o suco acima que compramos e levamos para o hotel, ele é branco e adocicado com pouca acidez. Divino. Deve acompanhar muito bem a cuca...


Caminhos de Pedra - casa de doces Predebom


Quase passamos batido pela fábrica de doce Predebon que fica em um galpão atrás de uma construção modesta. Fui por obrigação mas sem esperar muita coisa, esse nome Predebon que tenho dificuldades em lembrar e escrever não me animou em nada. Por curiosidade comprei um doce de banana, que é meu favorito no mundo dos doces de frutas, para trazer, mas vim a viagem toda me perguntando porque não tinha comprado um doce mais típico da região como de uva ou de pêssegos. Doce de banana feito no sul era no mínimo suspeito. Mas quando abri o vidro que custou somente R$10 me arrependi de não ter comprado mais doces. De banana! Foi um dos melhores doces de banana que já comi na vida, avermelhado com textura firme mas macia e doçura no ponto. Quem vê cara não vê coração, ou melhor, quem se preocupa com o nome não sente o sabor!

A foto está feia mas posto aqui de qualquer forma, ela é só o que sobrou do doce em poucos dias. Comi acompanhado da nata que também veio na bagagem.


Caminhos de Pedra - doce predebon



E se você for prove dos outros sabores e venha me contar o que eu perdi, ok?

Na volta do passeio almoçamos no restaurante Per Mangiare que fica bem  no início da Linha, entramos porque era muito barato e não resisto à uma boa pechincha! Custou R$ 15 por pessoa pelo buffet de comida simples e caseira, para comer o quanto quiser. Chegamos em torno das 14:00 e nesse horário os restaurantes para almoço na região já estão fechando, o bufê estava quase vazio e com cara de ontem, mas a atendente ofereceu para fritar uns bifinhos com ovos na hora. Aceitamos, claro. E completamos a refeição com uma salada de batatas muito boa mais arroz e feijão. A comida estava muito saborosa, com ótimo tempero.

Preparando sua viagem para o Rio Grande do Sul? Não deixe de ver as outras postagens da série Aromas e Sabores da Serra Gaúcha.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O que comer em Bento Gonçalves e na estrada



Essa é a terceira postagem sobre o que comer na Serra Gaúcha, continuando a postagem de o que comer em Gramado e Canela.

Conheça também os chocolates e Gramado AQUI


De Gramado nós fomos para Bento Gonçalves ainda pensando em comer. Estávamos de carro, por isso parei várias vezes na estrada, não pude deixar passar nem um petisco, nem uma fruta, nem um saco de feijão.

Marido provou o pinhão que não conhecia, que é vendido cru ou cozido quentinho na beira da estrada em vários pontos. Já fiz um post sobre o pinhão AQUI.

Logo depois de Gramado, na estrada para Nova Petrópolis, encontramos uma venda com pêssegos e outras frutas frescas, geleias e salames. Comprei um queijo colonial delicioso e uma caixa de pêssegos de um casal muito simpático. Não tirei foto da plaquinha com o nome da família, se alguém souber me fale para eu colocar aqui.


Pêssegos na estrada para Nova Petrópolis


Nessa venda, comprei ainda um saco gigante de crostoli que nos acompanhou até o Rio. A massa lembra um bolinho de chuva, é também chamado de "grostoli" e em São Paulo de cueca virada mas aqui no Rio não é comum. Esses estavam deliciosos e me sujei toda de açúcar no carro sem reclamar.

Você encontra esse tipo de biscoito em vários lugares, ele pode ser assim mais macio ou de um tipo mais fino, seco e crocante que não pude provar por que esses não acabavam nunca! No café da manhã do hotel também tinha mas não eram tão bons.


Crostoli


Olha o feijão aí gente! Mais uma parada na beira de estrada. Não resisti e comprei um saco de cada, preto, vermelho e carioca. Já cozinhei o vermelho que está macio e saboroso. Só não arrematei as batatas porque marido já estava de cara feia, mas era baratinha gente, R$ 1 o kg.


Feijão na estrada para Bento Gonçalves


Quando voltamos de Bento para Porto Alegre vi uma loja que vendia morangos e produtos feitos com a fruta, mas marido estava casando e com dor nas costas e preferi não abusar do motorista. Mas até hoje fico pensando e sonhando com uma compota de morangos que imaginei encontrar lá. Fica para a próxima!


Salames e embutidos Bento Gonçalves


Na região de Bento fomos a três lugares diferentes que vendiam embutidos como salames, copa e outros, essa foto foi tirada nos Caminhos de Pedra, mas há uma loja no Vale dos Vinhedos e uma em frente a loja da Tramontina em Carlos Barbosa. Vou contar tudo sobre o que fizemos no Vale e nos caminhos de Pedra depois, ok?

A boa dessas lojas é que dão ao cliente uma prova de cada tipo de produto, ou seja, provamos uma fatia de cada embutido desses e saímos do lugar quase almoçados. O salame de javali é bem famoso na região e vale uma provinha, a copa não tem gordura e o salame colonial é muito melhor do que aquele industrializado que conhecemos.

A má notícia é que com tanta hospitalidade você acaba sem graça de sair com a mão abanando e termina comprando pelo menos um produto. Cheguei ao Rio com uma copa, dois salames e 3 queijos para mim e ainda dois salames para presente.


Dolceto do Vale


Essa sobremesa congelada da foto acima fica entre um doce cremoso e um sorvete, é vendida em copinhos e é uma delícia. Não conseguimos visitar a loja de fábrica que também fica no Vale dos Vinhedos por que ela estava fechada, mesmo com a placa na nossa cara dizendo que estaria aberta naquela hora.

Não sabia o que era esse tal de dolceto até encontramos o doce por acaso em uma lanchonete no shopping ao lado do hotel. Ainda bem que não sabia, senão teria arrombado a porta! Adorei esse de doce de leite e também o de banana, mas não consegui provar outros sabores, o doce acabou. Mas juro que não tive nada a ver com isso!


Nata - creme de leite gordo


O que você vê na foto acima de interessante não são as frutas, mas sim a nata! Nata é um creme de leite bem gordo, com 48% de gordura e muito comum no sul do Brasil! É cremoso e adocicado. Felizmente no segundo dia de viagem descobri a nata no café da manhã do hotel, junto às geleias e compotas e ela deixou minhas frutinhas muito mais felizes! Comi todos os dias.

Comprei no mercado ao lado do hotel um pote de nata para trazer para casa. Fica no balcão refrigerado perto dos iogurtes e eu recomendo um milhão de vezes, esqueça a dieta e coma, nem que seja um vez só na vida.

De comida mesmo em Bento Gonçalves não tenho fotos, estava com tanta fome na maioria das vezes que nem pensei em fotografar. Comemos um tortéi delicioso no Di Paolo que fica na estrada principal, é um restaurante que serve galetos e seus acompanhamentos em sequência (aquele tipo de serviço que visa a engorda!), evitamos o galeto para não ficarmos soterrados em comida, mas me arrependi, claro! Tortei é uma massa tipo ravioli recheada com abóbora que é tradicional da Serra Gaúcha e vale provar. Marido suspira por ela até hoje. Ai se ele descobre que no site do restaurante tem uma receita!

Outro lugar maravilhoso onde comemos é a Osteria della Columbina e já contei tudo sobre nosso almoço lá AQUI.


Mendolate - torrone da Serra Gaúcha


Acima é o mendolate que comprei em uma lojinha no Vale dos Vinhedos e descobri ser típico da região, é como um torrone, mas com menos açúcar e mais amendoim.

Se você curte geleias não deixe de provar e trazer para casa. Não curto muito mas trouxe de uva e de tangerina para dar de presente.


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