segunda-feira, 5 de julho de 2010

Carne com cenoura, ervilha e cinco especiarias chinesas


Receita de carne estilo chinesa simples de preparar!

Estava procurando um receita diferente para fazer com um pedacinho de filé que tinha aqui em casa e achei uma receita muito louca em um livro chamado "The Health Beef Cookbook". A receita mistura soyu com balsâmico, mostarda, ketchup, óleo de gergelim, etc... Bem tipo (con)fusion cuisine! Mas não é que ficou boa? O molho ficou com sabor bem forte, mas saboroso!

Tive que adaptar a receita porque não tinha alguns dos ingredientes e acrescentei legumes para dar cor e nutrientes. O prato é muito rápido e fácil de fazer como todo stir-fry. Vejam abaixo.

Eu preparei em uma panela normal, mas esse é o prato perfeito para um wok.

Ingredientes

500 g de filé mignon (ou outra carne macia) cortada em tiras
1 cenoura grande cortada em tiras
1 xícara de ervilhas
1/2 xícara de cebolinha verde picada
2 colheres de sopa de óleo vegetal
Sal a gosto

Ingredientes do molho

4 colheres de sopa de ketchup
2 colheres de sopa de saquê mirim
4 colheres de sopa de molho de soja
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de chá de mostarda dijon
1 colher de sopa de mel
1/2 colher de chá bem rasa de cinco especiarias chinesas ou a gosto
1 colher de sopa de óleo de gergelim tostado

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes do molho e reserve. Cozinhe a cenoura e a ervilha ao dente em água com sal e reserve.

Refogue a carne no óleo até que fique dourada, adicione o molho, a cebolinha e os legumes. Acrescente um pouquinho de água se necessário. Deixe cozinhar por uns 3 minutos e prove o sal. Como o molho é bem condimentado eu não achei necessário salgar mais. Sirva com arroz!

sábado, 3 de julho de 2010

Pão de alho


Receita fácil de pão de alho para churraqueira e forno!

Adoro pão de alho, e vocês? No churraco então, não há melhor entradinha... Mas também faço no forno e fica muito bom. A receita que uso é a mesma nos dois casos e está abaixo.

A última vez que fiz, para um jogo da copa, aproveitei uns pães franceses dormidos e outros tipo brioche e de milho que estavam velhos... Todos ficaram ótimos! Essa receita é uma excelente maneira de reciclar pães e a pasta de alho pode ser guardada em geladeira por alguns dias.

Gosto de cortar o pão como na foto acima, dessa forma ele fica crocante por fora e macio por dentro. Também prefiro passar o creme de alho de véspera e deixar os pães na geladeira. Dessa forma o sabor penetra bem, o pão fica bem úmido e no dia só tenho trabalho de assá-los.

Ingredientes

10 pães franceses cortados em fatias mas sem desgrudar umas das outras (como na foto)
100 g de manteiga amolecida
200 g de maionese
1 cabeça de alho - dentes espremidos ou picadinhos
Sal e salsa fresca a gosto (ou orégano)

Modo de preparo

Misture bem a maionese com a manteiga e o alho, tempere com salsa e sal.

Besunte bem os pães com a pasta de alho por dentro e por fora e guarde-os em um saco plástico fechado na geladeira.

Antes de servir asse os pães em forno médio (ou em churrasqueira - pode ser no espeto ou sobre a grelha) até que fiquem dourados por fora e a manteiga/maionese fique derretida por dentro.


Veja também:

Grissinis de queijo

Bombinhas de queijo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Potinho de caldo Knorr



Depois de ver o ótimo e completo teste do potinho de caldo da Knorr feito pelo Victor Hugo do Prato Fundo eu fui conferir pessoalmente, é claro! Ainda não tinha visto o produto, nem visto o comercial. Nem sei por onde eu andava!? kkkk

Vivo sonhando com um caldo que comprava há muitos anos atrás no México, na época em que fui comissária de bordo! Era delicioso e com gosto caseiro mesmo.

Comprei hoje o potinho de galinha. Ia comprar um de cada (frango, carne e legumes) mas esbarrei em uma palavra no rótulo que não me agradou: aromatizante! Como já falei aqui sou um pouco alérgica a corantes, aromatizantes e produtos químicos variados e por isso os evito ao máximo. Por evitar percebo o cheiro e sabor deles de longe e eles não me agradam mais como antes.

O comercial do caldo diz que o caldo é natural, como o feito em casa! Fiquei animadíssima, mas peraí Knorr!! Não usamos aromatizantes, espessantes, corantes (natural) e nem realçadores de sabor em um caldo caseiro. Um bom caldo não precisa disso! Fico boba com empresas desse porte indo na contra-mão da tendência mundial de produtos sem aditivos, nosso país está muito atrasado nesse aspecto. Ou será que "aromatizante com aroma idêntico ao natural" não é considerado aditivo?

Mas vamos falar do sabor? O caldo é bem melhor que o em tablete, não há dúvidas!! Se eu precisar usar usaria em menor quantidade do que a indicada, assim posso dar uma realçada no sabor do prato sem deixá-lo com gosto de comida pronta. É assim que faço com caldo em tablete quando preciso: meio tablete (ou um pedacinho dele) em uma panela grande de sopa, por exemplo.

O Victor disse que o caldo tem sabor de canja! Minha canja não é assim não!! Desculpem-me mas para mim toda comida de pacote tem o mesmo aroma e sabor final - algo que fica na boca e não desgruda - e esse o caldo ainda é assim: de sabor caseiro não tem nada, nem aqui nem na casa do Alex Atala! Mas se você está acostumada com o tablete acho que vai gostar sim! O caldo poderia ter um pouco menos de sal e o preço também: R$ 1,99 a embalagem com dois potinhos pode não animar os consumidores.

E você já experimentou? Gostou? Vai usar?

Como e onde armazenar especiarias


As regras para armazenamento de especiarias para que elas durem por mais tempo mantendo suas qualidades organolépticas são muito simples:

Especiarias devem ser guardadas em local escuro, longe da umidade, do calor excessivo e em vidro ou pote bem fechado.

O erro mais comum é o armazenamento das especiarias perto do fogão. Aquele lindo rack fica mais bonito ainda decorando a bancada peto do fogão, não é? Afinal pagar caro por um deles e guardar dentro do armário não faz sentido, eu entendo! Por isso recomendo colocar ali somente as especiarias de uso diário, aquelas baratas e comuns que encontramos em qualquer mercado.

Mas se você for como eu, e gosta de colecionar especiaria exóticas e difíceis de encontar, aconselho que guarde-as em vidro ou pote hermético dentro de seu armário o mais longe do fogão possível.

Outro erro é manter as especiarias nos saquinhos onde vieram. Além de fazerem sujeira, pois as especiarias vazam para todo lugar, os sacos normalmente são finos e difíceis de serem bem fechados.

Geladeira é um local úmido e de modo geral as especiarias não devem ser guardadas ali. Entre as poucas que se beneficiam da geladeira são as pimentas e especiarias vermelhas como a páprica e sementes com alto teor de gordura como a papoula e o gergelim. As outras deverão ficar em temperatura ambiente.

Infelizmente nosso país é muito quente e eu sofro junto com minhas especiarias no verão! As mais caras são guardadas na sala, o local mais fresco da casa e penso seriamente em trazê-las para dormir comigo no ar refrigerado....


Para guardar suas especiarias com mais cuidado você pode usar vidros reaproveitados, estou gostando de usar os vidrinhos de alcaparras, os da primeira foto dessa postagem, que são longos e finos. Também reaproveito os vidros das especiarias que acabam, tiro o rótulo, lavo e seco bem e coloco as especiarias novas (foto acima). Como geralmente compro as especiarias a granel e tambem faço muitas misturas estou sempre precisando de vidrinhos novos.


Os potinhos plásticos japoneses são muito interessantes também, são de tamanho ótimo e fecham bem.


A foto acima é de meu "rack" feito com vidros antigos de maionese (agora infelizmente os potes são de plástico) pintados com tinta colorida. Neles só coloco as que uso em grande quantidade, chás, castanhas, etc e que todos da casa podem mexer. Os potinhos de dentro do armário são área super restrita!

Com todas essas ideias vá logo armazenar suas especiarias de forma correta antes que elas fiquem sem sabor e aroma!

E observe essas dicas:

Não coloque as especiarias na panela quente diretamente do vidro/pote - o vapor é úmido! Para isso use potinhos específicos ou colheres.

Não mexa nos potes com colheres ou mãos úmidas. Eu tinha o hábito de fazer isso e uma pimenta vermelha em flocos coreana incrível que eu tinha mofou!! Nunca mais! Antes de abrir meus potes eu seco bem as mãos, mesmo mesmo que esteja com pressa.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Massa ao funghi


Adoro cogumelos e uma massa ao funghi é tudo de bom! A última vez que fiz foi para um almoço de um cliente. Fiz um pouco extra e me esbaldei!! Apesar do nome difícil e aparência estranha o molho é delicioso e fácil de fazer!

O funghi aqui no Rio é encontrado em supermercados em pequenos sacos plásticos e é vendido também a granel em casas de produtos árabes e na CADEG. Existem vários tipos de cogumelos secos, o que eu usei é aquele conhecido simplesmente por funghi secchi, de cor bem escura muito usado na culinária italiana. Ainda temos o shitake seco e muitos outros que ainda não usei... São tantos os ingredientes que encontro por aí que fico louca! Infelizmente não tenho estômago para comer tantos produtos quanto gostaria...

O funghi é um pouco caro, em torno de R$ 50,00 o quilo, mas rende muito!

Se você quiser saber um pouco sobre cogumelos frescos veja a postagem que já fiz sobre o assunto.

Ingredientes para o molho

50 g de funghi sechi
3 colheres de sopa de azeite
1 alho poró - somente a parte clara - picadinho
2 dentes de alho picadinhos
50 ml de vinho branco seco
1 litro de caldo de legumes (ou frango ou carne)
1 colher de sopa de farinha de trigo misturada com um pouquinho de água
200 ml de creme de leite
50 g de queijo parmesão ralado fino
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Deixe o funghi de molho em água fervente por 30 minutos. Escorra e corte o funghi em tirinhas. Se encontrar alguma parte que esteja muito dura descarte! Reserve.

Refogue o alho poró no azeite até que fique macio, acrescente os dentes de alho e refogue até dourarem ligeiramente. Acrescente o funghi e refogue um pouquinho.

Acrescente o vinho e deixe ferver em fogo alto até que parte do álcool evapore.

Acrescente o caldo de legumes, deixe ferver e engrosse com a farinha misturada com água. Deixe cozinhar em fogo brando por pelo menos 5 minutos para que o molho não fique com gosto de farinha.

Acrescente o creme de leite e o parmesão. Salgue e tempere a gosto.

Sirva com a massa de sua preferência decorada com salsinha fresca.

obs.
Se preferir utilize uma cebola pequena no lugar do alho poró.


Veja no blog do Buffet Frios & Cia uma receita de musse de funghi

domingo, 27 de junho de 2010

A saga do AÇAÍ do pé à tigela



A foto de abertura dessa postagem é do chão de paralelepípedo do mercado de açaí que fica cheio das sementes da fruta! Mesmo no fim da tarde, sem nenhum açaí por perto, o chão não deixa dúvidas de que é lá que ele fica.

O açaí é um pequeno fruto amazônico que ganhou o mundo! Quando estive no Pará tive a oportunidade de acompanhar o açaí desde seu pé, passando pelo seu comércio até a tigela, ou seja, a venda de sua polpa (também chamada de vinho) no mercado, por isso o título da postagem onde mostro um pouco do que aprendi! A postagem ficou um pouco grande, mas preferi não dividir... Acho que vocês vão gostar!



O açaí é o fruto de uma palmeira nativa da Amazônia que cresce de forma espontânea no Norte do Brasil, em várzeas e áreas de muita umidade.

Hoje em dia existem plantações de açaí em várias áreas do Norte mas ele era coletado somente de forma extrativista até 20 anos atrás.

Mudou o manejo, mas não a forma de coleta, que ainda é feita da mesma maneira desde o século passado! Seu Ladir, esse senhor de 72 anos das fotos abaixo, nos mostrou como sobe no açaizeiro desde que tinha 7 anos de idade para coletar os frutos.


As palmeiras podem chegar a 30 metros de altura, uma subida e tanto!

Primeiro se faz a peconha: as folhas do próprio açaizeiro são enroladas para formar uma "corda" que é então amarrada aos pés do coletor para facilitar a subida na palmeira. Essa mesma técnica é usada desde o século passado por coletores de diversos frutos no norte do Brasil.


Seu Ladir no topo do açaizeiro (e de seus 72 anos!) assustou a todos passando de uma árvore a outra com uma agilidade incrível e desceu rapidamente! Os coletores passam de um pé ao outro e podem colher até 5 galhos em cada subida.

Durante a safra famílias inteiras colhem o fruto, principalmente as crianças que são mais leves e ágeis.


Depois, atendendo aos nossos pedidos, Sr.Ladir subiu em outra palmeira e colheu um galho de açaí para nossas fotos! Dessa vez desceu devagar dizendo que com o galho não podia descer correndo!


O galho ainda estava com os frutos parcialmente verdes. Viajamos em março, a melhor época para ver (e comer) os frutos é no verão Amazônico (de agosto a dezembro).

Da mesmo palmeira se tira o palmito, é muito saboroso mas como causa a derrubada da planta não é muito comum.


O galho do açaí bem de perto. Lindos frutos! Eles são colhidos, colocados em cestas feitas com a palha da própria palmeira e levados de barco até a feira do açaí nos arredores do mercado ver-o-peso em Belém.


Fomos à feira antes as seis da manhã, os barcos começam a chegar de madrugada e o pátio já estava cheio de gente e de açaí quando chegamos.

Pelo mercado de Belém passa a maior parte do açaí brasileiro. Barcos chegam de todos os lugares e até de estados vizinhos, alguns viajando por muita horas. No caso de viagens longas o açaí é transportado em gelo para não deteriorar.


O dia começa a clarear, uma linda paisagem!! Na foto, a torre do mercado de peixes do ver-o-peso.


Os cestos de palha tem medida padrão e neles cabem aproximadamente 15 quilos do fruto. São chamados de paneiros e são descarregados na cabeça como na foto acima, alguns homens carregam 4 ou 5 paneiros de cada vez.


Fomos na entressafra, cada paneiro de açaí estava custando R$ 35,00. Na época do verão o valor pode descer para R$ 8,00.


Os paneiros já vazios dão cor ao lugar.

Os frutos vendidos são passados para sacos de juta ou plástico e transportados para empresas processadoras ou diretamente para as lanchonetes da região. O estado do Pará consome mais da metade do açaí que produz.


Para nós o pátio estava lotado, mas durante a safra o movimento mais que triplica!


O dia já clareando e a linda vista da feira.


Os compradores provam o açaí in natura. É claro que nós também provamos mas para mim ele não tem gosto de nada e não pude sentir a diferença entre um e outro! Preciso ir mais vezes à Belém!

Para os conhecedores existem várias diferenças além do tamanho do fruto - maturidade, quantidade de polpa, sabor mais ou menos pronunciado, etc. O local onde foi coletado também interfere no sabor e o açaí da Ilha das Onças e Ilha do Combu é bem conceituado e geralmente mais caro que os outros.


É um fruto lindo, parecem bolinhas de gude, pequenos e duros... Dá vontade de brincar! Os vendedores não reclamam se colocamos as mãos, já que os compradores também fazem isso para avaliar o produto.


Fomos muito bem tratados no feira, os comerciantes nos deram informações, não reclamaram das fotos e filmagens e responderam as nossas perguntas com simpatia.



Depois do passeio à feira e ao Sr. Ladir fomos tomar uma tigela de açaí, é claro!! O funcionário muito simpático e solícito nos ajudou, nos explicou o processo para extrair a polpa e ainda posou para fotos!


A foto acima é do açaí descascado. A polpa do fruto é mínima!!! Todas as "bolinhas" brancas que vemos acima são sementes. A polpa que consumimos é extraída da parte finíssima de polpa e casca escura que dá a cor roxa ao produto final, ela é riquíssima em antocianina, um poderoso antioxidante natural que ajuda a baixar o colesterol.

O açaí é rico em vitaminas e fibras, mas é muito calórico. Por muitos é considerado um super alimento e está sendo exportado para o mundo todo.


A polpa do açaí saindo da máquina extratora. O açaí entra por cima com um pouqinho de água, a polpa sai por baixo e os caroços pelo outro lado. Para fazer uma polpa mais grossa o açaí é processado com a própria polpa no lugar da água.


As sementes de açaí são muito usadas em bijuterias e artesanato. São tingidas com várias cores e efeitos diferentes. No ver-o-peso você encontra as sementes tratadas para vender.


Nosso amigo enchendo os saquinhos de açaí. Em sacos plásticos transparentes eles vão para a casa dos clientes.


Que tigelão lindo, não é?? E olha que a polpa estava "fina" - estávamos na entressafra e o açaí não era o de melhor qualidade!

O sabor é pronunciado e com gosto terroso, bem diferente da polpa rala e gelada que consumimos no restante do país. É um sabor adquirido, quem não conhece estranha o gosto forte, como nós.


Os paraenses consomem o açaí principalmente como acompanhamento para peixe frito! Não tive a oportunidade de provar desse jeito devido aos horários. Eram 8 da manhã e peixe frito não rolaria...

No estado do Pará o açaí é mais consumido do que feijões!! É o que sacia de forma muito saudável a fome dos ribeirinhos e da população local. A vida por aquelas bandas é dura, mas com peixe fresco, açaí, castanha-do-pará, mandioca e ainda uma variedade de frutas locais quem necessita de carne ou produtos industrializados??

Outra forma comum de consumo do açaí é com farinha de tapioca ou de mandioca e açúcar. É claro que provamos o nosso bem doce e ainda pedimos gelo! Turistas!

Voltamos à lanchonete no dia seguinte para provar açaí outra vez... para nos acostumar com o sabor forte do produto.


Com o açaí podem ser feitos muitos pratos. O sorvete e bombons são os mais encontrados. Não sei, mas não consegui me adaptar ao sorvete de açaí produzido em Belém! Muito cremoso e gelado como gosto, mas o sabor é muito forte! E olha que provei umas 6 vezes para ter certeza...

Também provei um sorvete de açaí aqui no Rio para comparar, de gosto suave me agrada mais, mas ainda não compraria.

Com o açaí podem ser feitos doces como pudins, musses, brigadeiros, tortas, geleias, etc. E pode ainda ser usado em pratos salgados como molhos e chutneys.


A fota cima é do açaí na tigela como é vendido aqui no Rio de Janeiro e em outros estados. Congelado, batido com xarope de guaraná e com granola, banana ou outros ingredientes parece um sorbet. Fui a uma lanchonete para provar e comparar sabores... Não sou muito fã de açaí e só havia tomado uma vez antes de ir a Belém.

O sabor fica bem diluído, mas prefiro assim a la carioca. Fazer o quê?? Tenho que ir mais vezes à Belém para me acostumar com o original!!
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